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sábado, 23 de novembro de 2019

Elétrico da Bugatti poderá custar menos da metade do modelo tradicional


A casa de Molsheim está a pensar em alargar a gama oferecendo ao Chiron uma alternativa ligeiramente mais barata que os 2,5 milhões de euros do modelo existente.

O segundo modelo da gama Bugatti poderá ser um automóvel elétrico e tergiversar para o crossover, capaz de levar quatro pessoas e um preço bem mais contido, entre 500 mil e 1 milhão de euros. É esta a ideia que Stephen Wilkelmann, o CEO da Bugatti, está a tentar vender ao conselho de administração do grupo Volkswagen.
O problema é convencer o conselho de administração do grupo VW a abrir mão de recursos para este projeto de nicho e Winkelmann confessa que “tem sido duro!”. Para a Bugatti, a utilização de uma mecânica elétrica não é uma questão de emissões, mas sim uma mudança de definição, progresso e inovação. Isto porque Winkelmann, que já foi CEO da Lamborghini, quer tornar a Bugatti uma marca viável o suficiente para sobreviver fora da esfera do grupo VW e não correr o risco de desaparecer uma vez mais. Para isso, terá de começar a ser cada vez mais acessível e com uma gama que toque os segmentos onde está o lucro.
  
Seja como for, Herbert Diess, o CEo do grupo VW, quer que as marcas de luxo (Bugatti, Lamborghini e Bentley) ofereçam um muito maior contributo para o lucro do grupo. E por isso, Diess tem a ideia de criar um “super grupo” com Porsche, Bugatti, Lamborghini e Bentley. Winkelmann não está convencido disso e diz que uma combinação daquelas marcas será “única no universo automóvel.”

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Publicado no Verdesobrerodas



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