
A empresa indiana, principal concorrente da Uber no segundo país mais populoso do planeta, iniciou a discussão de políticas públicas com governos estaduais.
Pelo lado da produção, a Ola deu início a tratativas com possíveis parceiros da empreitada, o que envolve desde fabricantes de veículos até fábricas produtoras de baterias.
Pelo lado da produção, a Ola deu início a tratativas com possíveis parceiros da empreitada, o que envolve desde fabricantes de veículos até fábricas produtoras de baterias.
Em sintonia com os objetivos do governo indiano, a Ola quer sair na frente. Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia, já anunciou que planeja aumentar significativamente o número de veículos movidos a energia limpa nas ruas do país, o sétimo maior em área geográfica do mundo.
Em março deste ano, o Ministério de Energia comunicou que o primeiro-ministro havia ordenado aos membros de sua equipe de governo que buscassem formas de garantir que, até 2030, a maioria dos veículos do país fosse movida a eletricidade. A indústria automotiva ainda procura entender como o populoso país atingirá essa meta, que exigirá investimentos e incentivos gigantescos.
Enquanto isso, a Ola busca expandir um projeto-piloto que realiza na cidade de Nagpur, na região central da Índia, onde seus primeiros veículos elétricos já atingiram mais de 4 milhões de quilômetros rodados. Envolvendo uma série de veículos elétricos, que vão desde táxis até os riquixás de três rodas, o projeto inclui ainda uma frota de ônibus, instalações solares em telhados, estações de recarga e experimentos de troca de baterias.
Na Índia, o que muitos de nós conhecemos por “tuc-tuc” lá é chamado de rickshaw, referência ao riquixá original, de tração humana, transporte barato e existente em todo lugar. A ideia da Ola é ampliar esse tradicional meio de transporte com o uso da matriz elétrica. Atualmente há vários modelos que circulam com motor a gasolina, gás natural ou gás liquefeito de petróleo.
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Postagem: Startup da Índia produzirá dez mil riquixás elétricos em um ano
Publicado no Verdesobrerodas
Por Adamo Bazani conteúdo
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